Projetos de Artes Visuais, Teatro, Música e Dança concorrem a R$ 15 mil;
lançamento será nesta segunda-feira, na sede do instituto

O Instituto de Artes do Pará (IAP) lança na próxima segunda-feira, dia 8 de fevereiro, o edital do Concurso de Bolsas para Pesquisa, Experimentação e Criação Artística, um dos principais incentivos à produção artística em todo o Brasil. Graças a ele, artistas recebem recursos para o desenvolvimento e finalização de projetos de pesquisa, experimentação e criação artística, desde sua concepção até o produto final, nas linguagens de Artes Visuais, Teatro, Música e Dança. 
Direcionado a artistas residentes ou domiciliados no Pará há pelo menos três anos, o edital recebe propostas inéditas, cujos objetivos acentuem o caráter experimental da pesquisa, valorizem a inventividade e a inovação dos meios de produção e criação artística e considerem a linguagem como um processo dinâmico e atual. O IAP oferece até 14 bolsas para o ano de 2010, cada uma no valor de até R$ 15.000,00 (quinze mil reais). Cada bolsa tem duração de sete meses.
De acordo com o edital, o projeto proposto deve ser inédito; ter sido concebido pelo proponente; não estar vinculado a nenhum outro projeto de pesquisa; e ser elaborado com vistas a desenvolver todas as suas fases dentro do Estado do Pará.
As inscrições serão abertas no dia 8 de fevereiro e seguem até dia 31 de março, de segunda a sexta-feira, exceto feriados e pontos facultativos, no horário das 8h30 às 14 horas, na sede do IAP (Praça Justo Chermont, 236, ao lado da Basílica de Nazaré).
No ato de inscrição, o artista deve apresentar os seguintes documentos: ficha de Inscrição totalmente preenchida, conforme modelo anexo ao edital; declaração firmada pelo candidato, conforme modelo anexo ao edital; cópias da Carteira de Identidade e do CPF/MF; currículo com a comprovação das atividades artísticas desenvolvidas pelo candidato (portfólio, certificados, folderes, programas, cartazes, notícias veiculadas na imprensa e outros documentos correspondentes); descrição detalhada do projeto e do que se pretende desenvolver com os recursos da bolsa, feita em formulário próprio do edital; declaração, com firma reconhecida, de pessoa ou autor de obra que não seja de domínio público, sobre a qual verse o projeto.
Também serão aceitas inscrições remetidas pelos Correios, desde que postadas até o último dia do prazo e que forem entregues ao IAP até o dia 9 de abril. Cada candidato tem o direito de inscrever mais de um projeto na mesma linguagem artística ou mesmo em linguagens diferentes, mas o IAP tem o direito de aprovar apenas um projeto de cada concorrente. O resultado será divulgado no dia 23 de abril. O edital na íntegra estará disponível nos sites do Governo do Estado (www.pa.gov.br) e da Secretaria de Cultura (www.secult.pa.gov.br) a partir de segunda-feira (8).

SERVIÇO
Concurso de Bolsas para Pesquisa, Experimentação e Criação Artística do IAP. Inscrições a partir desta segunda-feira, dia 8 de fevereiro, até 31 de março, de segunda a sexta-feira, exceto feriados e pontos facultativos, no horário das 8h30 às 14 horas, na sede do IAP (Praça Justo Chermont, 236, ao lado da Basílica de Nazaré). O edital estará disponível nos sites www.pa.gov.br e www.secult.pa.gov.br. Maiores informações: 4006-2945.

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O Cineclube Alexandrino Moreira do Instituto de Artes do Pará (IAP) promove nesta segunda-feira (8) a sessão “Comédias Contemporâneas”, que reúne seis curtas-metragens brasileiros do gênero, entre eles a produção paraense “Açaí com Jabá”. A exibição acontece às 19h, com entrada franca.

A coletânea “Comédias Contemporâneas” atravessa o Brasil do extremo Norte (“Açaí com Jabá”) ao Sul (“O oitavo selo”) vendo uma série de narrativas que só extraem sua graça da possibilidade de narrar um conto cômico a partir das imagens e sons. Da realidade urbana de “BMW vermelho” ao “causo” de bar de “No princípio era o verbo”, de uma história do passado (“Dov’e Meneghetti”) ao aparato tecnológico moderno (“P R Kadeia”), se pode rir de quase tudo através do cinema destes filmes.

“Açaí com Jabá” (2000), dos diretores Alan Rodrigues, Marcos Dalbes e Walério Duarte, mostra um duelo entre um paraense e um turista para ver quem consegue tomar mais açaí com jabá. “No Princípio Era o Verbo” (2006), de Virgínia Jorge, é uma fábula composta de três histórias, procurando refletir sobre o conceito de verdade e nossa busca pelas explicações de fenômenos cotidianos. Esses dois filmes aproximam-se do ambiente popular a partir do universo de dois botecos. Em “Açaí com Jabá”, o humor está no choque cultural, ou estomacal, vivido por um forasteiro no Pará, empenhado em assimilar a “gastronomia típica” do povo. Já em “No Princípio Era o Verbo”, o bar é espaço de piadas, discussões, de imaginação.

“Dov’e Meneghetti” (1989), de Beto Brant, faz um retrato da fuga do mais famoso personagem da crônica policial paulistana na década de 1920, Gino Amleto Meneghetti. O ladrão anarquista se notabilizou pela agilidade com que saltava os telhados durante as fugas e pela irreverência com que tratava a polícia. Já em “P R Kadeia” (1992), de Eduardo Caron, dois bandidos instalam uma rádio pirata a partir de aparelhagens roubadas, interferindo na programação das outras rádios e tornam-se sucesso absoluto na cidade.

“BMW vermelho” (2001), de Reinaldo Pinheiro conta a história de uma família de moradores de favela que ganha em sorteio um carrão, mas não tem dinheiro para gasolina, seguro e impostos, acabando por transformá-lo em um barraco. Com a câmera eventualmente preocupada em descrever o ambiente, procura-se acentuar essa dissonância entre o carro e o lugar onde vive seu dono.

O único curta do programa a sair do universo popular é “O Oitavo Selo” (1999), de Tomás Creus, que parte de uma imagem da Morte em “O sétimo selo”, de Ingmar Bergman. Depois de fazer piada com o título e com o ponto de partida, assumindo sua condição de filme para espectadores familiarizados aos cânones do cinema europeu, supera essa delimitação de seu entendimento ao transformar as situações, vividas entre a Morte e um rapaz em uma boate, na verdadeira reserva de seu humor e irreverência, não sem uma dose controlada e até carinhosa de crueldade.

SERVIÇO

“Comédias Contemporâneas”. Exibição nesta segunda-feira (8), às 19h, no Cineclube Alexandrino Moreira do Instituto de Artes do Pará (Praça Justo Chermont, 236, ao lado da Basílica). Entrada franca. Programação: Núcleo de Produção Digital Belém (PA). Informações: 4006 2947.

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A Associação Paraense de Dança (Apad) convoca os artistas da dança paraense para as eleições de nova diretoria da entidade para o biênio 2010-2012. Antigos e novos associados deverão efetuar cadastro junto à Apad até o dia 30 de março, mediante pagamento de taxa de inscrição e comprovação mínima de cinco anos de atividades em dança. O cadastro habilitará o artista para votar e/ou candidatar-se à diretoria da associação, podendo ser feito de forma individual (artistas independentes ou vinculados a grupos e companhias independentes ou institucionais) ou coletiva (somente para grupos de projetos sociais).

Os artistas interessados que não moram em Belém deverão enviar o cadastro via Correios, observando a postagem no último dia de cadastramento, assim como o pagamento da taxa, de acordo com regimento eleitoral. O documento deve ser enviado ao Instituto de Artes do Pará (Praça Justo Chermont, 236, ao lado da Basílica de Nazaré, Belém, Pará, CEP 66035-140). A ficha de inscrição/cadastro e regimento eleitoral estão disponíveis ainda na sede do IAP, na Gerência de Artes Cênicas e Musicais, de segunda a sexta, de 9h às 13h.

Segundo a coreógrafa Marilene Melo, atual presidente da Apad, é necessário reativar o quanto antes a entidade, que esteve parada no último ano. “Nossa ideia é aproximar a Apad dos artistas, estimulando a discussão e a formação desta classe. Além disso, precisamos estar articulados para dialogar com os órgãos de cultura num momento em que crescem os debates sobre políticas públicas para essa área”, afirma. Após o cadastro, serão formadas as chapas que concorrerão à eleição no dia 16 de abril. A iniciativa tem apoio do IAP e da Universidade Federal do Pará (UFPA).

SERVIÇO: A Apad realiza o cadastramento de profissionais de dança (individuais ou grupos) até o dia 30 de março, na sede do Instituto de Artes do Pará (Nazaré, ao lado da Basílica) ou através dos e-mails: teatroedancaiap@gmail.com e apadbelem@gmail.com. Informações: (91) 8847-3264 (Ana Cláudia)/ 8189-7564 (Marilene Melo)/ 8412-1137 (Ana Flávia). As fichas de inscrição estão disponíveis logo abaixo.

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NOME:……………………………………………………………………………………………..

RG:…………………………………………………………………………………………………

MUNICÍPIO: ………………………………………………………………………………………

ENDEREÇO:……………………………………………………………………………………….

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TEL: …………………….. CEL:…………………. EMAIL: …………………………………

( ) CIA. ARTÍSTICA

( ) ARTISTA INDEPENDENTE

FUNÇÃO:…………………………………………………………………………………………

( ) CURRÍCULO RESUMIDO (anexado)

 

Os interessados na inscrição devem copiar a ficha acima e enviá-la preenchida para o e-mail teatroedancaiap@gmail.com

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ASSOCIAÇÃO PARAENSE DE DANÇA

 

NOME DA CHAPA:……………………………………………………………………………..

NOME DO PRESIDENTE:……………………………………………………………………..

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NOME DO SECRETÁRIO:……………………………………………………………..

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PRODUTOR:……………………………………………………………………………………..

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TESOUREIRO:…………………………………………………………………………………..

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MUNICÍPIO: ………………………………………………………………………………………

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Nº………….. BAIRRO:…………………………… CEP:……………………………….

TEL: …………………….. CEL:…………………. EMAIL: …………………………………

Plataforma de candidatura:……………………………………………………………….

 

Os interessados na inscrição devem copiar a ficha acima e enviá-la preenchida para o e-mail teatroedancaiap@gmail.com

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Instituto de Artes do Pará abre exposição dia 28 em parceria com o Instituto Goethe

O Instituto de Artes do Pará (IAP) abre no próximo dia 28 de janeiro a exposição “Formas e Cores da Cultura dos Tembés”, que reúne telas, objetos e artesanato produzidos pelos índios da comunidade Tembé, na aldeia Teko Haw, localizada à margem esquerda do rio Gurupi, na divisa do Pará com o Maranhão. A exposição é resultado de um projeto idealizado pelo artista plástico Edvaldo Ferreira e realizado pelo Instituto Goethe, por meio da Casa de Estudos Germânicos, entre os índios Tembés.

Em setembro do ano passado, Edvaldo ministrou na aldeia uma oficina de grafismo, reunindo cerca de 20 indígenas. “Essa é a primeira vez que esses índios estão produzindo telas”, destaca o coordenador cultural da Casa de Estudos Germânicos, Sigard Jennerjahn, acrescentando que, na verdade, o projeto possibilitou o encontro de práticas e a troca de experiências entre o artista e os indígenas.

Sigard Jennerjahn explica que, ao redor de todo o mundo, o Instituto Goethe trabalha com cultura e desenvolvimento, por isso não se restringe apenas à divulgação da cultura alemã. Um exemplo disso foi a montagem de “A Ópera Amazônica”, de Joachim Bernauer, produzida em conjunto com o povo Yanomami.

Além da exposição, já são visíveis outros resultados do projeto realizado com os Tembé. Imagens da oficina e da exposição irão compor um livro didático, produzido pela Secretaria de Estado de Educação (Secult), que será usado no programa de educação indígena. Existe ainda o interesse de levar a exposição ao Museu Antropológico de Berlim, embora ainda sem data confirmada.

Na abertura da exposição em Belém, haverá apresentação de danças indígenas e ainda a palestra “Formas e Cores da Cultura dos Tembés”. Algumas peças do artesanato serão colocadas à venda. A exposição, que tem apoio da Funai, poderá ser visitada de segunda a sexta, de 8h às 14h, na sede do IAP, até o dia 5 de março, com entrada franca.

SERVIÇO

Abertura da exposição “Formas e Cores da Cultura dos Tembés”. Dia 28 de janeiro, no Instituto de Artes do Pará (IAP), com entrada franca.

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“Corações e Mentes”, de Peter Davis, será exibido nesta segunda-feira (1º)

O cineclube Alexandrino Moreira, do Instituto de Artes do Pará (IAP) exibe nesta segunda-feira (1º) o documentário “Corações e Mentes”, de Peter Davis. A sessão inicia às 19h, com entrada franca. Após a exibição do filme, haverá debate entre o público e críticos da Associação dos Críticos de Cinema do Pará.

Aproveitando material de arquivo e depoimentos com personalidades políticas, ex-combatentes americanos e sobreviventes vietnamitas colhidos nos anos de 1972 e 1973 – além de inserções de trechos de filmes de Hollywood -, “Corações e Mentes” procura demonstrar o militarismo exacerbado e racismo intrínsecos à cultura dos Estados Unidos que acabaram levando o país ao extenso conflito no Sudeste Asiático. Imagem por imagem, depoimento por depoimento, o filme de Peter Davis constrói a crônica consistente de uma guerra estúpida, do exercício cruel, violento e, em última análise, inútil, de uma visão geopolítica que começara com o presidente Harry Truman, em 1945, arrastando-se até 1975, na era Nixon.

Duas cenas do documentário que viraram símbolo antiguerra são aterradoras. Uma delas mostra a execução, à queima-roupa, de um suspeito vietcongue, com um tiro na cabeça. A outra exibe as imagens de crianças vietnamitas nuas, cujas roupas e a própria pele foram queimadas pelo napalm jogado pelos aviões americanos. Quase todo mundo já viu fotos dessas cenas. Mas sua imagem em movimento tem uma força incomparavelmente superior.

Considerado um dos grandes documentários da história do cinema, “Corações e Mentes” mostrou a força do genêro ao levantar questões pouco discutidas sobre a guerra do Vietnã, além de mostrar a força das imagens do cinema como elemento de conscientização.

Na época de sua estréia nos cinemas, depois da distribuidora Columbia Pictures recusar-se a distribuir a obra, os produtores adquiram de volta os direitos do documentário e ele foi lançado nos Estados Unidos em março de 1975 pela Warner Bros. O documentário foi produzido entre 1972 e 1973 e lançado no ano seguinte no Festival de Cannes, onde foi aclamado tanto pela crítica quanto pelo público. Um ano depois, o filme recebeu o Oscar de Melhor Documentário.

SERVIÇO

“Corações e Mentes”, de Peter Davis. Em cartaz nesta segunda-feira (1º), às 19h, no

Cineclube Alexandrino Moreira do IAP (Praça Justo Chermont, ao lado da Basílica de Nazaré). Entrada franca.

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Coletânea de curtas sobre o ritmo genuinamente brasileiro será exibida nesta segunda-feira (25) no IAP

Nesta segunda-feira (25) o Cineclube Alexandrino Moreira do Instituto de Artes do Pará (IAP) exibe a coletânea de curtas-metragens “Cinesamba”, a qual reúne quatro filmes que retratam personagens reais da história do samba, de forma ficcional. A sessão inicia às 19h, com entrada franca.

Algumas recorrências saltam à vista nos quatro curtas. Despachos de macumba, iguarias afrobaianas, times de futebol carioca, o mito do malandro, consumo e ode irrestrita ao álcool, referência à prostituição sem um filtro moral, o Rio de Janeiro, sobretudo o bairro da Lapa, e até a escalação do elenco. Há ainda boa música à vontade. Tudo isso para tematizar, de quatro formas diversas, o samba, ritmo e gênero principal da música brasileira.

O elemento em comum das obras em questão é o sentido de homenagem, que as percorre em diferentes graus. Em “Do Dia em que Macunaíma e Gilberto Freyre Visitaram o Terreiro da Tia Ciata Mudando o Rumo da nossa História” de Sérgio Zeigler e Vitor Ângelo, e “Com que Roupa?”, de Ricardo Van Steen, há a clara mensagem de cineastas que desejam prestar tributo a fatos marcantes e recompor biografias.

“Do Dia em que…” junta Tia Ciata, anfitriã do primeiro samba gravado (“Pelo Telefone”), Gilberto Freyre, Mário de Andrade e seu emblemático personagem Macunaíma, Pixinguinha, Sinhô, Donga e até o próprio Exu na mesma roda de samba. Já “Com que roupa” mostra um dia na vida de um compositor Noel Rosa. Entre brigas de bar, más notícias sobre sua saúde e desencontros com a namorada, ele compõe o samba-título do filme.

“Operação Morengueira”, de Godô Quincas e Chico Serra, traz o espírito de Moreira da Silva (1902-2000) dando uma força ao herói bebum, rival de Mr. Clint, caubói que impõe a lei seca na Lapa dos anos 30. Experimentação na fotografia (granulações e câmera na mão), interpretações pra lá de descontraídas, Ivan Cardoso e Jards Macalé. Precisa dizer mais? Talvez, apenas, que há humor de sobra em “Operação”.

E pode-se afirmar o mesmo de “Polêmica”, o quarto curta, dirigido por André Luiz Sampaio, que se destaca pela metalinguagem e também se apresenta calibrado de irreverência amarrada à flagrante inspiração no cinema marginal brasileiro dos anos 1960/70.

SERVIÇO

Cinesamba – coletânea de curtas. Em cartaz nesta segunda-feira (25), às 19h, no Cineclube Alexandrino Moreira do Instituto de Artes do Pará (IAP). Entrada franca.

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O Núcleo de Produção Digital Belém (PA) informa aos participantes dos cursos realizados no IAP que os certificados estão disponíveis no próprio NPD, que atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. Informações:  4006 2947

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Núcleo de Produção Digital abre inscrições a partir desta segunda-feira (11)

O Núcleo de Produção Digital do Instituto de Artes do Pará (IAP) oferece de 26 de janeiro a 1º de fevereiro o Curso de Assistência de Direção e Continuidade em Cinema, com a produtora Gláucia Soares. As inscrições, gratuitas, estão abertas de 11 a 21 de janeiro na sede do Instituto, mediante apresentação de currículo.

Direcionado para estudantes das áreas de Comunicação, Artes Visuais e afins e pessoas com experiência na área do audiovisual, o curso aborda o trabalho da equipe de direção, em especial os assistentes de direção e o continuista, e suas respectivas funções na construção da narrativa no cinema de ficção. Tem por objetivo introduzir o aluno nas noções teóricas e práticas, em especial no âmbito do cinema clássico narrativo, observando orientações básicas como suas principais atribuições, conhecimento e uso das ferramentas de trabalho, vivência do processo de realização de um filme, avaliação das potencialidades e limitações do trabalho e composição. A carga horária total é de 40 horas.

Gláucia Soares é pós-graduada em Audiovisual em Meios Eletrônicos pela Universidade Federal do Ceará. Desde 2006 integra a produtora Alumbramento em Fortaleza, coletivo de 12 artistas residentes no Ceará que desenvolvem trabalhos diversos no campo das artes com ênfase nas produções e exibições em audiovisual.

SERVIÇO

Curso de Assistência de Direção e Continuidade em Cinema, com Gláucia Soares. Inscrições até dia 21 de janeiro, no Instituto de Artes do Pará, mediante apresentação de currículo. O curso acontecerá no período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro, inclusive no sábado (30) e domingo (31). O IAP fica na Praça Justo Chermont, nº 236 – Nazaré – ao lado da Basílica. Informações: (91) 4006 2947/4006 2904

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